O Comércio Exterior está mudando, o que fazer para não sair do mercado?

Nestes últimos três anos, 2016  a 2018, a política de Comércio Exterior Brasileiro, através da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), da Receita Federal do Brasil (RFB) e da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX),  vem mudando uma série de conceitos e de procedimentos...

Postado em 25/05/2018


O Comércio Exterior está mudando, o que fazer para não sair do mercado?

Nestes últimos três anos, 2016  a 2018, a política de Comércio Exterior Brasileiro, através da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), da Receita Federal do Brasil (RFB) e da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX),  vem mudando uma série de conceitos e de procedimentos na rotina dos operadores que militam nesta área.


As mudanças operadas na Exportação que, já estão praticamente implantadas em sua totalidade, tem como prazo  de exclusividade das operações via DU-E em julho de 2018 e que, a partir de então, a dinâmica da Importação será mais diretamente impactada pela implantação da DU-IMP. Podemos observar tal acontecimento pela leitura do Resultado da Consulta Pública sobre o Novo Processo de Importação.


Estas alterações de procedimentos e conceitos são resultado da a entrada em vigência, em 2017,  do Acordo sobre Facilitação de Comércio e da ratificação pelo Brasil feita em 2016.


As mudanças estão baseadas no conceito de reputação da empresa que atua no Comércio Exterior, desde o Importador/Exportador, passando pelas Transportadoras, Agentes de Cargas, Despachantes Aduaneiros e Armazenadores, além dos impactos logísticos de aceleração e mudança operacional destes.


Importante extrair desta mudança, que a alteração da dinâmica operacional de Comércio Exterior, impacta direta e indiretamente na forma dos prestadores de serviços e dos tomadores se relacionarem e, principalmente, na maneira de explorar suas individualidades para agregar valor.

Enfim, com a facilitação, haverá um agilização no período em que as mercadorias ficarão armazenadas, se estas ficarem, fazendo com que esse nicho de mercado sinta necessidade de se adaptarem à diminuição da procura de seus serviços, como também readequar seus processos e preços.  Tal situação se repete com os Despachantes Aduaneiros, pois existirão automações no processo, maior ocorrência de canal verde, como também agilização documental, procedimentos especiais para certificados OEA, que impactarão na forma e nos custos de prestação de serviços. E por aí vão seguindo os exemplos para os outros intervenientes no Comércio Exterior.

Neste primeiro artigo, o que se pretende é apenas demonstrar a quebra de paradigmas que está ocorrendo e a necessidade de pensar diferente para melhor se adaptar neste mercado. Entendemos, também, que estar bem assessorado quanto às mudanças e preparado para apresentar novas e diferentes formas de apresentação dos serviços tradicionais irão ser o diferencial neste momento de transição e agregarão valor aos preços de serviços já praticados.

Está é nossa filosofia de trabalho e que procuramos demonstrar e executar a nossos clientes.

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Categorias: Despachante Aduaneiro; Exportação; Importação;

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Samir Emile Ayoub - Há ± 49 Meses
Este artigo apresenta um esclarecimento inicial de como serão os procedimentos nos setores de importação e exportação a partir de sua implantação neste ano de 2018. Gostei. Parabéns
 
1 comentários